Fisiologia do parto: como o corpo se prepara | Doula Rio Preto
O parto é um processo fisiológico natural, complexo e extraordinário, no qual o corpo da mulher passa por uma série de mudanças hormonais, físicas e emocionais para possibilitar o nascimento do bebê.
Compreender a fisiologia do parto é uma maneira de reduzir medos, reconhecer os sinais do próprio corpo e viver esse momento com mais informação e autonomia. Quando a gestante entende como o trabalho de parto acontece, ela pode participar ativamente das decisões, reconhecer suas necessidades e compreender melhor as intervenções que eventualmente possam ser propostas.
Neste artigo, vamos explicar como o corpo se prepara para o parto, quais hormônios participam desse processo, quais são as fases do trabalho de parto e como o ambiente e o apoio emocional podem contribuir para uma experiência mais acolhedora.
O QUE É A FISIOLOGIA DO PARTO?
A fisiologia do parto é o conjunto de processos naturais que permitem que o organismo materno se prepare para o nascimento do bebê.
Durante a gestação, o corpo passa por adaptações progressivas. No final da gravidez, uma interação complexa entre o bebê, a placenta, o útero, o colo do útero e os hormônios maternos contribui para o início do trabalho de parto.
O útero, que durante a gestação se mantém preparado para acomodar o bebê, começa a apresentar contrações coordenadas. O colo do útero passa por modificações, como o amolecimento, o apagamento e a dilatação, permitindo que o bebê percorra o canal de parto.
Embora seja um processo natural, cada trabalho de parto é único. A duração, a intensidade das contrações, as sensações e a maneira como cada mulher vivencia o nascimento podem variar bastante.
COMO O CORPO SE PREPARA PARA O PARTO?
A preparação para o nascimento não acontece de uma hora para outra. Durante as últimas semanas da gestação, o organismo materno e o bebê passam por mudanças que contribuem para o início do trabalho de parto.
O colo do útero começa a amadurecer, tornando-se mais macio e flexível. Esse processo é conhecido como amadurecimento cervical e envolve alterações na estrutura do tecido, que facilitam o apagamento e a dilatação.
O útero também se prepara para realizar contrações mais efetivas. A musculatura uterina passa por alterações que favorecem a comunicação entre as células musculares e a coordenação das contrações.
O bebê, por sua vez, pode se posicionar e descer gradualmente em direção à pelve. Entretanto, a descida pode acontecer em momentos diferentes, dependendo de cada gestação.
É importante lembrar que sinais como a perda do tampão mucoso, o encaixe do bebê ou as contrações de treinamento não indicam, isoladamente, que o trabalho de parto começou ou que o nascimento acontecerá imediatamente.
OS HORMÔNIOS DO PARTO
O trabalho de parto depende da ação conjunta de diferentes hormônios. Eles participam das contrações uterinas, da percepção da dor, das adaptações do colo do útero e da interação entre mãe e bebê.
OCITOCINA: O HORMÔNIO DAS CONTRAÇÕES
A ocitocina é um hormônio produzido no hipotálamo e liberado pela hipófise posterior. Durante o trabalho de parto, participa da estimulação das contrações uterinas.
A ocitocina também está relacionada à amamentação, pois contribui para a ejeção do leite, e participa de processos ligados ao vínculo e às interações sociais.
Durante o parto, sua liberação ocorre em conjunto com outros mecanismos hormonais e fisiológicos. O ambiente, a sensação de segurança e o acolhimento podem favorecer condições adequadas para que o organismo desenvolva o trabalho de parto.
ENDORFINAS: OS ANALGÉSICOS NATURAIS DO CORPO
As endorfinas são substâncias produzidas pelo organismo que atuam no sistema nervoso e ajudam a modular a percepção da dor.
Durante o trabalho de parto, seus níveis podem aumentar, contribuindo para que a mulher lide com as sensações intensas das contrações.
As endorfinas também estão relacionadas a estados de bem-estar e podem influenciar a maneira como a mulher vivencia o parto.
PROSTAGLANDINAS: A PREPARAÇÃO DO COLO DO ÚTERO
As prostaglandinas são substâncias que participam do amadurecimento do colo do útero e da atividade uterina.
Elas contribuem para que o colo se torne mais macio, fino e preparado para a dilatação, além de participarem dos mecanismos envolvidos nas contrações.
As prostaglandinas podem ser produzidas pelo próprio organismo e também são utilizadas em determinados contextos clínicos para o amadurecimento cervical e a indução do trabalho de parto, sempre mediante avaliação e indicação profissional.
ESTROGÊNIO E PROGESTERONA
O estrogênio e a progesterona são hormônios importantes durante toda a gestação.
A progesterona contribui para a manutenção da gravidez, ajudando a manter o útero em um estado de menor atividade contrátil. Já o estrogênio participa de mudanças que aumentam a capacidade de resposta do útero aos estímulos relacionados ao parto.
No final da gestação, alterações na ação e no equilíbrio desses hormônios contribuem para a preparação do organismo para o nascimento.
AS FASES DO TRABALHO DE PARTO
O trabalho de parto costuma ser dividido em períodos, que ajudam a compreender as mudanças que acontecem no corpo da mulher.
1. FASE LATENTE
A fase latente corresponde ao início do trabalho de parto, quando o colo do útero começa a apresentar mudanças, como apagamento e dilatação inicial.
As contrações podem ser irregulares no começo, com intensidade e duração variáveis. Ao longo do tempo, podem se tornar mais frequentes e intensas.
Nessa fase, a mulher pode conseguir conversar, caminhar, descansar e realizar atividades leves entre as contrações. Algumas mulheres sentem cólicas semelhantes às menstruais, dor lombar, pressão na pelve ou alterações intestinais.
A fase latente pode durar horas e, em algumas situações, mais tempo. A duração varia de mulher para mulher e não deve ser avaliada apenas pelo relógio ou pela frequência das contrações.
2. FASE ATIVA
Na fase ativa, as contrações geralmente se tornam mais regulares, intensas e próximas, acompanhadas de progressão da dilatação cervical.
A mulher pode precisar de mais concentração e apoio para lidar com as contrações. É comum que procure posições que ofereçam conforto, utilize técnicas de respiração e faça movimentos espontâneos.
A definição clínica da fase ativa pode variar conforme as diretrizes adotadas e a avaliação individual. Por isso, a dilatação, sozinha, não deve ser utilizada para compreender todo o progresso do trabalho de parto.
O acompanhamento deve considerar o conjunto de sinais maternos e fetais, a evolução cervical, o padrão das contrações e o bem-estar da mulher e do bebê.
3. PERÍODO EXPULSIVO
O período expulsivo acontece quando a dilatação cervical está completa e o bebê começa a percorrer o canal de parto até o nascimento.
A mulher pode sentir pressão intensa na região pélvica, vontade involuntária de fazer força ou uma necessidade crescente de empurrar. Essas sensações podem variar, especialmente quando há analgesia.
A posição escolhida, a liberdade de movimento e o apoio oferecido podem contribuir para o conforto e para a experiência da mulher, respeitando as condições clínicas de cada situação.
O nascimento acontece por meio de movimentos de adaptação do bebê à pelve materna, que incluem rotação, flexão e descida.
4. DEQUITAÇÃO: A SAÍDA DA PLACENTA
Após o nascimento do bebê, o útero continua realizando contrações. Essas contrações contribuem para o descolamento e a expulsão da placenta, período conhecido como dequitação.
A equipe acompanha a saída da placenta e observa o sangramento e a condição geral da mulher, para identificar precocemente possíveis complicações.
5. A PRIMEIRA HORA APÓS O NASCIMENTO
A primeira hora após o nascimento é um período importante para a adaptação do bebê e para os primeiros contatos com a mãe.
Quando as condições de saúde permitem, o contato pele a pele e o início da amamentação podem ser favorecidos. A equipe também acompanha o estado clínico materno e neonatal, observando sinais vitais, sangramento, temperatura e adaptação do bebê.
Esse momento pode contribuir para o vínculo, para a amamentação e para a transição do bebê para a vida fora do útero.
O PAPEL DAS CONTRAÇÕES NO TRABALHO DE PARTO
As contrações uterinas são movimentos da musculatura do útero. Durante o trabalho de parto, elas contribuem para as modificações do colo do útero e para a descida do bebê.
Cada contração apresenta um período de aumento da intensidade, um pico e um relaxamento. Entre as contrações, o útero tem momentos de descanso.
A intensidade, a duração e a frequência das contrações podem mudar ao longo do trabalho de parto. Entretanto, a presença de contrações, por si só, não determina a fase do parto nem garante uma evolução específica.
É importante observar também como a mulher está se sentindo, se consegue descansar entre as contrações, se há mudanças no comportamento e se existem outros sinais que exijam avaliação.
A DILATAÇÃO DO COLO DO ÚTERO
A dilatação é a abertura progressiva do colo do útero, que precisa permitir a passagem do bebê durante o parto vaginal.
Ela acontece em conjunto com o apagamento cervical, que é o afinamento do colo do útero. Esses processos são influenciados pelas contrações, pelas alterações hormonais e pela pressão exercida pelo bebê.
A dilatação é avaliada por meio do exame vaginal, quando indicado e realizado com consentimento. A frequência dos exames deve considerar a necessidade clínica, o conforto e a preferência da mulher, evitando avaliações desnecessárias.
É importante compreender que a dilatação não acontece necessariamente de maneira linear. O ritmo pode variar durante o trabalho de parto, e uma avaliação isolada não representa, sozinha, todo o processo.
COMO O BEBÊ SE MOVIMENTA DURANTE O PARTO?
Para atravessar a pelve materna, o bebê realiza movimentos de adaptação conhecidos como mecanismos do parto.
Esses movimentos podem incluir:
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Insinuação: entrada da apresentação fetal na pelve.
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Descida: movimento progressivo do bebê pelo canal de parto.
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Flexão: aproximação do queixo em direção ao tórax, favorecendo a passagem da cabeça.
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Rotação interna: ajuste da posição da cabeça em relação à pelve.
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Extensão: movimento da cabeça durante sua saída.
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Restituição e rotação externa: ajustes da cabeça após o nascimento, acompanhando a rotação dos ombros.
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Desprendimento dos ombros e do corpo: saída do restante do bebê.
Esses movimentos podem ocorrer de maneiras e em ritmos diferentes. A posição materna, a anatomia da pelve, a posição do bebê e a evolução do trabalho de parto podem influenciar esse processo.
A IMPORTÂNCIA DO AMBIENTE DURANTE O PARTO
O ambiente pode influenciar a forma como a mulher se sente durante o trabalho de parto.
Privacidade, respeito, acolhimento, liberdade de movimento e a presença de pessoas de confiança podem contribuir para que a mulher se sinta mais segura.
O medo, a tensão e a sensação de estar sendo observada ou pressionada podem dificultar o relaxamento e tornar a experiência mais desconfortável. Por isso, é importante oferecer um ambiente respeitoso, com comunicação clara e decisões compartilhadas.
Luz mais suave, silêncio ou música, banho morno, posições confortáveis e técnicas de respiração são algumas possibilidades que podem ajudar no conforto, de acordo com a preferência da mulher e as condições do local.
Cada gestante deve ser acolhida em suas necessidades, sem a expectativa de que exista uma única maneira correta de parir.
O PAPEL DA DOULA NA FISIOLOGIA DO PARTO
A doula oferece apoio físico, emocional e informativo à mulher e à sua família durante a gestação, o parto e, conforme o serviço contratado, o pós-parto.
Durante o trabalho de parto, a doula pode auxiliar com medidas de conforto, como massagens, compressas, sugestões de posições, movimentos, respiração e apoio emocional.
Também pode ajudar a mulher a compreender as informações recebidas, organizar dúvidas e se comunicar com a equipe de assistência.
A doula não substitui os profissionais responsáveis pela assistência clínica, não realiza procedimentos médicos ou de enfermagem fora de sua habilitação e não toma decisões pela gestante.
Seu papel é oferecer suporte contínuo, respeitando as escolhas da mulher, seus limites e as necessidades clínicas identificadas pela equipe.
A FISIOLOGIA DO PARTO E AS INTERVENÇÕES
O parto é um processo fisiológico, mas isso não significa que todas as gestações e todos os trabalhos de parto evoluam sem necessidade de intervenções.
A indução do parto, a analgesia, a ruptura artificial das membranas e a cesariana são exemplos de intervenções que podem ser consideradas em determinadas situações.
A indicação deve levar em conta a condição clínica da gestante, a saúde do bebê, a idade gestacional, os benefícios esperados, os riscos, as alternativas disponíveis e as preferências da mulher, com explicações claras e consentimento informado.
Ter conhecimento sobre a fisiologia do parto ajuda a gestante a conversar com a equipe, compreender as recomendações e participar das decisões sobre sua assistência.
QUANTO TEMPO DURA O TRABALHO DE PARTO?
Não existe uma duração única para o trabalho de parto.
O tempo pode variar de acordo com fatores como a paridade, a posição do bebê, a dinâmica uterina, as condições do colo do útero e as características individuais da gestação.
Algumas mulheres passam por um trabalho de parto mais rápido, enquanto outras precisam de mais tempo. Uma evolução mais lenta, isoladamente, não significa necessariamente que exista um problema.
A avaliação deve considerar a evolução ao longo do tempo e o bem-estar materno e fetal, em vez de se basear apenas em expectativas rígidas de duração.
QUANDO PROCURAR A MATERNIDADE?
A orientação sobre o momento de ir à maternidade deve ser individualizada, considerando a evolução do trabalho de parto, as condições clínicas e as recomendações da equipe que acompanha a gestante.
É importante procurar avaliação diante de sinais como:
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Sangramento vaginal em quantidade maior do que um pequeno sangramento com muco.
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Diminuição ou ausência dos movimentos do bebê.
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Perda de líquido pela vagina, especialmente se houver alteração de cor, odor ou presença de sangue.
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Dor intensa e contínua, que não melhora entre as contrações.
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Febre, mal-estar importante ou outros sintomas preocupantes.
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Contrações regulares e progressivamente mais intensas, conforme as orientações recebidas para aquela gestação.
Em caso de dúvida ou de qualquer sinal de alerta, a gestante deve entrar em contato com a equipe de saúde ou procurar atendimento. Não é necessário esperar que as contrações atinjam um intervalo específico quando existem sinais de alerta.
EDUCAÇÃO PERINATAL: CONHECIMENTO PARA VIVER O PARTO COM AUTONOMIA
A educação perinatal é uma oportunidade para a gestante e sua rede de apoio compreenderem as mudanças do corpo, a fisiologia do parto, as possibilidades de assistência e os direitos durante o nascimento.
Ao longo dos encontros, é possível conversar sobre as fases do trabalho de parto, posições, métodos de alívio da dor, intervenções obstétricas, amamentação, cuidados com o recém-nascido e puerpério.
O objetivo não é criar expectativas de um parto perfeito ou garantir que tudo aconteça de uma maneira específica. É oferecer informação para que a mulher possa reconhecer suas necessidades, fazer perguntas, compreender as opções e participar das decisões.
A presença de uma rede de apoio preparada também pode ajudar a gestante a se sentir acolhida e respeitada durante o nascimento.
PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE A FISIOLOGIA DO PARTO
Toda gestante entra em trabalho de parto espontaneamente?
Não. Algumas mulheres iniciam o trabalho de parto espontaneamente, enquanto outras podem precisar de indução por razões clínicas. A decisão deve ser individualizada e discutida com a equipe de assistência.
A perda do tampão mucoso significa que o parto começou?
Não necessariamente. O tampão mucoso pode ser eliminado dias ou até semanas antes do início do trabalho de parto. É importante observar outros sinais e seguir as orientações da equipe.
As contrações precisam acontecer de cinco em cinco minutos para ir à maternidade?
Não existe uma regra única que sirva para todas as gestantes. O momento de procurar a maternidade depende da evolução das contrações, da história clínica, da distância até o serviço e das orientações recebidas. Sinais de alerta exigem avaliação sem demora.
É possível sentir vontade de fazer força antes da dilatação completa?
Sim, algumas mulheres podem sentir pressão ou vontade de fazer força antes da dilatação completa. Essa sensação deve ser comunicada à equipe, que avaliará a situação e orientará a conduta adequada.
O parto fisiológico significa um parto sem intervenções?
Não necessariamente. A fisiologia descreve os processos naturais do organismo. Intervenções podem ser necessárias quando há indicação clínica, e sua utilização deve ser explicada e discutida com a mulher.
CONCLUSÃO
A fisiologia do parto mostra como o corpo materno e o bebê trabalham em conjunto durante o nascimento. As mudanças hormonais, as contrações uterinas, a dilatação do colo do útero e os movimentos do bebê fazem parte de um processo complexo, que pode se desenvolver de maneiras diferentes em cada gestação.
Conhecer esse processo ajuda a gestante a compreender as transformações do próprio corpo, reconhecer sinais importantes e participar de forma mais consciente das decisões relacionadas à assistência.
Com informação de qualidade, acolhimento, respeito e uma rede de apoio preparada, é possível construir uma experiência de nascimento mais segura e alinhada às necessidades e escolhas de cada mulher.
A fisiologia do parto não é uma promessa de que tudo acontecerá sem dificuldades. É uma forma de compreender o processo, valorizar o cuidado individualizado e reconhecer que toda mulher merece ser ouvida, respeitada e bem assistida durante o nascimento de seu bebê.
Luciana Almeida | Doula em São José do Rio Preto
Educação perinatal, acompanhamento no parto e apoio no pós-parto.
REFERÊNCIAS PARA LEITURA
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Organização Mundial da Saúde (OMS). WHO recommendations: intrapartum care for a positive childbirth experience. 2018.
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Organização Mundial da Saúde (OMS). Intrapartum care for a positive childbirth experience: recommendations.
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National Library of Medicine. PubMed Central (PMC) – artigos científicos sobre fisiologia do trabalho de parto, hormônios e mecanismos do nascimento.
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